
Como manter o foco em um mundo cheio de distrações?
Manter o foco hoje em dia é um ato de resistência. Entenda como o ambiente e as distrações moldam o seu comportamento e aprenda, finalmente, a dizer não para o que é irrelevante.

Quantas vezes você estava quase alcançando um determinado objetivo e do nada simplesmente as coisas começaram a parar de fluir? Não por eventos externos, mas sim por situações que você mesmo criou dentro da sua própria cabeça que te levaram a puxar o freio da sua evolução.
Tudo está indo bem, você está atingindo resultados no seu trabalho, você está começando a ver diferença no seu corpo pela disciplina de ir aos treinos, você está começando a tirar aquele seu projeto do papel. Quando de repente você simplesmente joga tudo para o alto e acha mais conveniente desistir do que continuar.
Esse padrão de comportamento está presente na grande maioria das pessoas, popularmente conhecido como autossabotagem. Um padrão que, quando tudo está indo bem, a pessoa que sofre desse mal simplesmente destrói por conta própria todo o seu avanço, voltando à estaca zero.
Neste artigo vamos entender um pouco mais sobre o que é autossabotagem e como ela está arruinando a sua vida.
A autossabotagem é um padrão comportamental inconsciente. Esse padrão faz com que criemos obstáculos que nos impedem de alcançarmos metas e objetivos, sejam eles profissionais, pessoais, de relacionamentos, entre outros.
Em um contexto psicológico, a autossabotagem costuma ser um mecanismo de defesa do nosso cérebro contra o medo do fracasso, o medo da rejeição e, inclusive, o próprio medo do sucesso, onde obter relativo sucesso em determinada área faz com que a pessoa tenha medos e inseguranças de adquirir novas responsabilidades.
Ou seja, na grande maioria das vezes você nem sequer foi considerado para uma promoção, por exemplo, e já está se imaginando com diversas tarefas como se fosse gerente do lugar onde trabalha.
Inconscientemente, quem se autossabota costuma ter a famosa síndrome do impostor. A síndrome do impostor é uma crença onde você acha que não é competente o suficiente e que, a qualquer momento, as pessoas vão descobrir que você é uma fraude.
Conforme você vai dando razão a esse tipo de crença limitante, o ciclo de autossabotagem se torna ainda maior.
O autossabotador costuma evitar certos riscos e até mesmo rejeitar promoções e oportunidades por não se sentir capaz, tendo uma imagem completamente distorcida de si mesmo.
Além da síndrome do impostor, a autossabotagem se manifesta na forma de alguns hábitos comuns como:
PROCRASTINAÇÃO, onde o autossabotador deixa de cumprir tarefas importantes para evitar o desconforto de enfrentá-las.
PERFECCIONISMO, aqui o autossabotador estabelece padrões tão altos que se torna praticamente impossível atingir seus objetivos, gerando paralisia ou desistência precoce.
EXCESSO DE PENSAMENTO E DE EXPECTATIVA, o autossabotador pensa tanto nas responsabilidades que crescer exige, que desiste antes mesmo de tentar com aquela famosa frase “eu não ia conseguir mesmo”.
E por fim o FOCO NO NEGATIVO, o autossabotador acaba minando a própria confiança com o foco apenas nos 10% de erro ou fracasso e esquecendo os 90% de acertos.
As principais bases para um comportamento autossabotador estão na grande maioria das vezes atreladas à nossa autoestima e em crenças limitantes que foram formadas ao longo da vida.
Um exemplo disso são pessoas que cresceram em um contexto de escassez financeira e conseguem uma quantia considerável de dinheiro ou mesmo sair das dívidas.
Se essa pessoa não tiver uma base muito sólida, com o tempo começará a ter comportamentos em que gastará demais, não terá o mínimo de responsabilidade com o seu dinheiro, irá sentir que falta alguma coisa e até mesmo pode se sentir culpada por ter dinheiro, pois isso confronta diretamente quem ela cresceu escutando o que é.
Podemos dizer então que, a raiz da autossabotagem por crenças limitantes está muito mais atrelada a crenças e padrões familiares que vêm de muitos anos atrás do que do próprio indivíduo em si.
Essas crenças são replicadas de geração em geração, perpetuando o ciclo de autossabotegem.
Isso vale para dinheiro, relacionamentos, vida profissional, e demais áreas da sua vida.
Ou seja, você não pode se tornar um profissional de sucesso, pois isso confronta muitas das vezes o seu meio familiar e o círculo social ao qual está inserido, um contexto onde o próprio ambiente te puxa para baixo e o seu cérebro reage sabotando o seu progresso.
Já no contexto de autoestima, o autossabotador não se sente merecedor. No fundo, quem se autossabota acredita que não merece o sucesso, e que não é capaz de lidar com os desafios que terá no caminho.
A própria mente do autossabotador cria situações que confirmem essa visão.
Se o autossabotador receber uma proposta para subir de cargo no trabalho, irá pensar que não tem qualificação o suficiente, mesmo já demonstrando estar totalmente pronto para essa oportunidade, ou rejeitar pelo simples fato de ter medo de desagradar os seus colegas.
Em relacionamentos, o autossabotador irá romper relações pelo simples fato de ter medo do que possa acontecer no futuro, com a ideia de que não conseguiria lidar com as responsabilidades que uma relação funcional exige.
O fato de ficar em um constante estado de ruminação mental devido ao excesso de pensamentos levam o autossabotador a esse tipo de comportamento impulsivo, onde ele dá razão a situações que ocorrem dentro da própria mente e que provavelmente nunca irão acontecer.
Esse constante estado de inércia e ruminação, leva o autossabotador a desenvolver quadros depressivos, devido à sensação de vergonha e estagnação, quanto a uma ansiedade crônica, ou seja, estar constantemente no futuro.
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Como já falamos anteriormente ainda nesse artigo, quem cultiva comportamentos autossabotadores acaba colhendo ao longo da vida diversos resultados negativos. Sejam esses resultados na vida profissional, acadêmica, pessoal, perda de recursos e impactos significativos nas relações interpessoais e na deterioração da saúde mental.
No campo profissional e acadêmico, a autossabotagem cria um teto no seu desenvolvimento. O autossabotador pode até ter as devidas competências, mas sabota os resultados de forma inconsciente. O mesmo sofre com paralisia por análise, perfeccionismo e foge constantemente de novos desafios.
Já nas relações interpessoais, a autossabotagem age no modo como nos conectamos com os outros. O autossabotador, por medo de ser rejeitado ou abandonado, acaba se afastando preventivamente, se tornando frio e criando conflitos desnecessários para testar o outro ou terminar o relacionamento de vez.
O autossabotador também sente grande dificuldade em aceitar ajuda, pois, o mesmo, acredita que precisa fazer tudo sozinho para provar o seu valor.
No nível mais prático, a autossabotagem também se manifesta na perda de recursos, sejam eles tempo ou dinheiro.
O tempo do autossabotador investido em atividades de prazeres momentâneos para reforçar o comportamento de fuga gera um desperdício que não tem mais como ser recuperado, resultando em oportunidades perdidas.
O autossabotador também deixa de pagar contas no prazo, desiste de investimentos ou então nunca conclui cursos de especializações que trariam um retorno futuro mais adiante. Comportamento que resulta em prejuízos financeiros.
Todo esse ciclo gera no autossabotador a deterioração da saúde mental e autoestima.
Cada vez que você se sabota e não cumpre com a sua palavra, acaba enviando uma mensagem para o seu cérebro como “eu não sou confiável”.
Então, sempre que vai realizar algo diferente, já começa acreditando que vai falhar. Consequentemente acaba agindo de forma, a garantir essa falha. Isso destrói a autoconfiança.
Por estar em constante luta contra si mesmo, o autossabotador desenvolve o chamado cansaço crônico.
O esforço para esconder as falhas e lidar com a culpa é tão grande que a pessoa fica literalmente sem energia. Onde muitas vezes o simples ato de cuidar da higiene pessoal se torna uma tarefa incrivelmente desgastante e desafiadora.
Esse comportamento autossabotador, se enraizado em nossas vidas, se torna um ciclo difícil de sair, que muitas vezes o autossabotador só percebe que está, depois de se encontrar no fundo do poço.
Esse processo repetitivo se alimenta do conflito interno da nossa parte consciente com a parte emocional.
No fundo sabemos que o pensamento a longo prazo sempre será mais benéfico para nossas vidas, mas dificilmente essa parte irá se sobressair contra estímulos e prazeres imediatos que aliviam a ansiedade momentaneamente.
Normalmente, sempre o que nos leva a um comportamento autossabotador é um gatilho, gatilho esse que é sair da sua zona de conforto. Que, convenhamos, estar estagnado não é nada confortável.
Em seguida vêm os pensamentos limitantes se infiltrando na nossa mente. O nosso impostor interno começa a dar sugestões que parecem lógicas, mas que são defensivas ao extremo, a ponto de travar a sua evolução.
O autossabotador escuta essas sugestões e, pelo grande número de pensamentos, é inevitável que se tornem sentimentos, resultando em ações.
O comportamento se materializa para aliviar a ansiedade causada pelos pensamentos e o autossabotador toma a atitude que compromete o resultado.
Por fim, vem a justificativa. O autossabotador reforça a crença e a ideia de que não é capaz, gerando assim o círculo perfeito para a perpetuação do comportamento autossabotador.
O ciclo de autossabotagem é viciante porque oferece uma recompensa imediata, alívio e proteção exagerada ao desconforto.
Esquivar dos desafios e responsabilidades torna-se extremamente prazeroso, mas a longo prazo é um vício tão destrutivo quanto qualquer outro.
Mas calma, tudo nessa vida tem solução.
Não existe fórmula mágica. Para romper o ciclo de autossabotagem, inevitavelmente você deverá romper com o padrão negativo dos seus pensamentos.
Ao invés de escutar aquele impostor interno, crie o hábito de confrontá-lo. O comportamento de autossabotagem só se perpetua devido a ações impulsivas que tomamos quando esse tipo de pensamento vem à nossa cabeça.
Sempre que você não se sentir pronto, tenha em mente que o custo de ficar parado sempre vai ser muito maior do que a dor da evolução.
Se o seu principal impulso for a procrastinação, faça a tarefa mais difícil primeiro, sempre reduzindo em pequenas tarefas para você reforçar a sua crença de que é algo simples e totalmente atingível.
Agora, se a autossabotagem já se tornou um padrão crônico na sua vida e você sente que não consegue sair do buraco sozinho, o melhor caminho é obter ajuda profissional. Um bom terapeuta irá te guiar da maneira correta para você ser uma pessoa funcional novamente.
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A autossabotagem não é fraqueza, preguiça ou falta de vontade. É um mecanismo de defesa inconsciente que seu cérebro criou para te proteger do medo do fracasso, da rejeição e até mesmo do sucesso.
Esse padrão comportamental se alimenta de crenças limitantes enraizadas desde a infância, baixa autoestima e a síndrome do impostor que te faz acreditar que você não é merecedor das conquistas que está prestes a alcançar.
O ciclo da autossabotagem é viciante porque oferece alívio imediato ao desconforto, mas a longo prazo destrói sua vida profissional, seus relacionamentos, sua saúde mental e suas finanças.
Cada vez que você se sabota e não cumpre com sua palavra, envia uma mensagem ao seu cérebro de que não é confiável, destruindo sua autoconfiança e te prendendo em um loop de paralisia, procrastinação e perfeccionismo. Mas você pode quebrar esse ciclo. Confronte o impostor interno ao invés de escutá-lo passivamente.
Entenda que o custo de ficar parado é sempre maior que a dor da evolução. Divida tarefas grandes em micro ações para provar ao seu cérebro que você é capaz.
E se a autossabotagem já se tornou crônica, busque ajuda profissional.
Porque no final das contas, parar de se autossabotar não é sobre se tornar perfeito, é sobre reconhecer os padrões destrutivos e escolher conscientemente agir diferente, um pequeno passo de cada vez, até que o novo padrão se torne mais forte que o antigo.

Manter o foco hoje em dia é um ato de resistência. Entenda como o ambiente e as distrações moldam o seu comportamento e aprenda, finalmente, a dizer não para o que é irrelevante.

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