
Como parar de procrastinar e ser mais disciplinado
Quer ser mais disciplinado? Entenda um pouco melhor por que você adia suas tarefas e transforma pequenas situações em uma imensa bola de neve.

Vivemos hoje em uma realidade em que mais de 40% da população adulta aqui no Brasil está negativada, onde boa parte dessas dívidas são referentes a empréstimos, financiamentos e cartão de crédito.
Se considerarmos ainda a população que não está negativada, mas ainda sim as dívidas comprometem basicamente 100% da sua receita, esse número praticamente dobra, chegando a quase 80% da população.
Mas o que leva a esse número alarmante em que praticamente metade da população brasileira está negativada e a outra metade desorganizada financeiramente?
É exatamente sobre isso que iremos falar neste post, as principais armadilhas que não só fazem você adiar a sua liberdade financeira como te levam para o fundo do poço. Se você está lendo este artigo, provavelmente deve fazer ao menos uma delas.
Talvez esse seja o hábito mais destrutivo que você tenha com as suas finanças. Não ter noção do quanto se gasta é um dos principais vilões que te levam a estar com sua conta bancária no vermelho.
Um salgado que você compra hoje pela manhã, depois aquele café da tarde, cada refeição acompanhada com aquele refrigerante que você pagou dez reais no mercado, mais umas cervejinhas no final do dia porque você teve um longo dia e merece uma recompensa, não é mesmo?
Infelizmente, um pequeno gasto atrás do outro se transforma em um gasto enorme no final do mês. E como na hora você compara aquele pequeno valor com o montante que recebe no final do mês, parece que é algo praticamente insignificante.
Mas experimente fazer isso todos os dias e se torna uma bola de neve. E por pior que pareça, isso ainda se torna um hábito.
Você gasta, consome muitas das vezes sem necessidade alguma e, consequentemente, sabota sua vida financeira com pequenos gastos diários simplesmente por não conseguir segurar seus impulsos.
E isso nos leva ao segundo ponto. Conquistar a liberdade financeira começa por saber exatamente para onde vai cada centavo.
O cartão de crédito se torna como uma extensão do seu salário. Você gasta para comprar um lanche, gasta para comprar uma roupa na qual não está de fato precisando, gasta para ir no cinema, mas esquece que no outro mês a conta chega.
Uma ferramenta que deveria estar sendo utilizada como uma alternativa para alguma eventual urgência é gasta de forma leviana e, muitas das vezes, até o último centavo do limite.
Não existe saúde financeira que resista a gastos desenfreados com cartão de crédito. Você aproveita o agora e sacrifica o seu futuro.
Imagine, além de já ter seu salário comprometido com as contas do mês, ainda se junta o que foi empurrado com a barriga mês passado.
Infelizmente, essa realidade é praticada por quase todos os brasileiros que estão endividados hoje. Isso se torna uma bola de neve e um círculo vicioso, pois se torna um buraco difícil de sair. E todo mês vive a mesma realidade: paga fatura, paga as contas, fica sem salário ainda na primeira semana, gasta novamente no cartão porque está sem dinheiro, faz mais contas.
E isso se repete até que acontecem duas situações. Ou você entende a sua realidade, abaixa um pouco seu padrão de vida, corta gastos e se estabiliza minimamente para ao menos chegar em um ponto de equilíbrio.
Ou então você simplesmente não tem recursos o suficiente para honrar as suas dívidas e se torna mais um inadimplente para complementar a estatística, que por sinal só aumenta. E essa falta de noção do que se faz com o próprio dinheiro nos leva ao terceiro ponto.
O cartão de crédito é o maior inimigo da liberdade financeira quando usado de forma impulsiva.
Tanto os pequenos gastos quanto utilizar cartão de crédito sem necessidade são características de pessoas que não têm o mínimo de educação financeira e acabam sendo guiadas pelo seu emocional ao invés de utilizar a lógica e a razão.
Em um mundo capitalista, o dinheiro não aceita desaforo. Ou você aprende de fato a lidar com ele ou você infelizmente irá sofrer as consequências. E ainda outras pessoas que dependem de você, como filhos ou cônjuge, também irão sofrer as penalidades junto.
Mas em um sistema educacional que te ensina operações básicas de matemática, nome e localização de países e um pouco de história, é absolutamente normal que a população não saiba lidar com o próprio dinheiro. Onde a cultura em grande maioria é a do AGORA, mas acaba se esquecendo do futuro, e é lá que a conta de verdade chega.
Sem educação financeira, as pessoas não sabem fazer um orçamento mínimo do seu dinheiro, não têm uma reserva financeira nem de um único mês sequer e não medem as consequências de gastar no calor da emoção.
Além de ficar refém de uma mentalidade vitimista e não entender como multiplicar os seus recursos, uma regrinha básica de oferta e demanda para ao menos buscar uma condição de vida onde não dependa exclusivamente da sua força de trabalho, trocando o seu tempo e a sua força, que obviamente são limitados, por um salário que na grande maioria das vezes é injusto pelo esforço gerado.
Não ter educação financeira é ficar refém de um sistema que quer que você se torne um endividado para ser aquele pagador de juros. Pois mais cedo ou mais tarde alguma coisa você irá pagar ou renegociar, se tornando a engrenagem principal do sistema bancário, carregando nas costas os juros elevados que vemos hoje.
Educação financeira é o primeiro passo real para a liberdade financeira.
Como sabemos, nunca é tarde para aprender um pouco, principalmente sobre como gerir suas finanças. Talvez você que está lendo este artigo não tenha recebido na educação formal a devida orientação de como lidar com o próprio dinheiro.
Por esse e outros motivos que existe a ACADEMIA DO CONHECIMENTO.
Além da comunidade com diversas pessoas que desejam melhorar em todos os aspectos das suas vidas, incluindo as finanças, a ACADEMIA DO CONHECIMENTO também possui um acervo completo com mais de cem títulos selecionados que irão te ajudar na sua jornada de desenvolvimento pessoal e principalmente nas suas finanças, se você aplicar na sua vida esse conhecimento.
O link para acessar a biblioteca está logo abaixo.
Certamente você já deve ter em algum momento da sua vida ido ao shopping ou ao supermercado para realizar apenas uma única compra, algo que você realmente estivesse precisando naquele momento.
Mas ao longo em que você passa pelos corredores, vai vendo aquele monte de produto, todos com embalagens bem chamativas, você começa a se perguntar: “e se eu levar uma cervejinha e fazer uns petiscos hoje?”, “quem sabe leve este chocolate também”.
E o que seria apenas uma simples compra se torna um gasto superior a R$ 100,00. No shopping, pior ainda. À medida em que você vai caminhando e vendo as vitrines das lojas, todas bem decoradas e chamativas, quase que implorando para você consumir dentro da loja, aí inevitavelmente você acaba entrando em uma delas.
E já com suas emoções bem aguçadas e com sua força de vontade para resistir aos impulsos drenada pela força do consumismo. Então o que você faz? Aproveita que está com o seu cartão de crédito no bolso, já que o seu salário está todo comprometido mesmo.
Como já pagou o mínimo ou apenas metade da fatura, liberou alguma coisa de limite para você poder gastar mais um pouquinho. Então vai lá e parcela aquele tênis de R$ 600,00 em 12x com uma leve margem de juros. Parabéns! O seu impulso acabou de pregar mais um preguinho no caixão da sua ruína financeira.
No mundo comercial, em vendas em geral, muito se fala que o “cliente primeiro compra na emoção e depois justifica com a razão”. Se você não quer acabar de vez com sua vida financeira, na hora de utilizar o seu dinheiro, use-o com sabedoria e não movido pelos impulsos que o ambiente está te provocando.
As lojas, as propagandas, as redes de supermercados, todo e qualquer tipo de estabelecimento comercial é projetado para que você queira gastar dentro dele. Os anúncios que você vê hoje na internet usam e abusam de gatilhos mentais para que você se envolva emocionalmente e compre aquele produto, seja ele físico ou virtual.
No ambiente físico é a mesma coisa. Cada layout é projetado para facilitar a sua compra e uma tomada de decisão impulsiva. Exemplo disso é aquele docinho que você pega na fila do caixa depois de já ter colocado no carrinho tudo o que precisa e mais um pouco. Compras emocionais são o oposto da liberdade financeira.
Aqui você está sacrificando o seu futuro, sua velhice e provavelmente até mesmo o futuro dos seus filhos.
Por mais complicada que possa estar a situação no Brasil hoje, de forma alguma você deve negligenciar o seu futuro e a sua aposentadoria.
Dificilmente, quase que de uma forma milagrosa, nós iremos conseguir nos aposentar pela previdência social, a não ser que seja feita uma reforma bem agressiva para sustentar esse modelo por mais alguns anos.
Então, ao invés de desperdiçar dinheiro com coisas momentâneas, reserve uma parte para criar o hábito de guardar e investir o seu dinheiro. Nem que seja iniciando com um único real e se comprometendo a dobrar aquele valor mês a mês.
Só o simples hábito de poupar já irá te livrar de muita dor de cabeça no futuro. E você ainda está contribuindo para a sua velhice se tornar verdadeiramente confortável e não depender do milagre da previdência social.
Lembre-se, o seu futuro é sua responsabilidade. Não coloque a sua vida na mão de terceiros, seja o governo, parentes, entre outros.
Liberdade requer responsabilidade. Se você quer ser livre de fato, inclusive financeiramente, comece a se tornar verdadeiramente responsável com o seu dinheiro e com a sua vida em geral. A liberdade financeira é construída pensando no longo prazo.
Depender de uma única fonte de renda te torna refém da troca de tempo por dinheiro, onde você precisa se contentar com o salário proposto pela categoria e, muitas das vezes, vem com o contracheque cheio de descontos.
Você fica refém da empresa em que está trabalhando, tendo que baixar a cabeça a todo o tipo de desrespeito, pois você depende daquela única fonte de renda. E perdê-la implica em não levar comida para dentro de casa e não pagar as contas que você mal consegue pagar com o salário que ganha.
Veja bem, não estamos demonizando as empresas aqui ou o próprio empregador, mas sim o comodismo que te leva à ruína.
O ideal é que você sempre tenha alternativas para não depender de uma única fonte de renda, pois se um dia ela se esgotar, você consegue ao menos ficar tranquilo por um período de tempo, pois ainda sim estará trabalhando.
De preferência, tenha uma segunda fonte de renda onde você precise VENDER algo, pois assim você consegue escalonar os seus resultados e aprender de fato e na prática como o dinheiro funciona e como multiplicar o seu dinheiro.
Todo mundo, sem exceção, que atingiu a sua independência financeira hoje, além de aprender a lidar com o dinheiro, entender os seus gastos, também VENDE alguma coisa. Quem vende algo consegue fugir da máxima de trocar horas de trabalho por um pequeno salário.
Você pode inclusive estar dormindo e ter criado um sistema que esteja vendendo para você. Múltiplas fontes de renda são essenciais para a verdadeira liberdade financeira.
Quando você entende como o jogo funciona, tudo muda. Você de fato consegue ir a um bom restaurante sem se preocupar com a coluna direita do cardápio.
Criar esse sistema, uma estrutura que vende para você todos os dias, você pode fazer inclusive de dentro da sua casa nas suas horas livres, com um investimento mínimo que te trará um retorno incrível no longo prazo.
É exatamente isso que você vai aprender no FÓRMULA NEGÓCIO ONLINE, do Alex Vargas.
No Fórmula, você aprende o passo a passo para criar um produto, construir a sua estrutura online, divulgar da maneira correta e começar a ter os seus primeiros resultados na internet, trabalhando do conforto da sua casa.
O Fórmula é um treinamento completo, pensado para iniciantes que querem tirar suas ideias do papel, mas não têm um norte de como começar.
O link para conhecer o FÓRMULA NEGÓCIO ONLINE está logo abaixo.
A liberdade financeira não é um sonho distante reservado para poucos sortudos. É uma consequência direta de decisões conscientes e hábitos financeiros saudáveis.
As armadilhas que te prendem na escravidão financeira são claras: não controlar seus gastos, usar o cartão de crédito como extensão do salário, não ter educação financeira, comprar por emoção ao invés de razão, não pensar no longo prazo e depender de uma única fonte de renda.
Cada uma dessas armadilhas sozinha já é capaz de te manter preso no ciclo de dívidas e frustrações. Juntas, elas formam o combo perfeito para garantir que você nunca alcance a independência financeira. Mas a boa notícia é que todas essas armadilhas podem ser desarmadas com conhecimento e disciplina.
Comece controlando seus gastos, usando o cartão de crédito com sabedoria, educando-se financeiramente, comprando com a razão ao invés da emoção, investindo pensando no longo prazo e criando fontes alternativas de renda.
A liberdade financeira não acontece da noite para o dia, mas acontece quando você decide parar de adiar e começar a agir. Porque no final das contas, o maior obstáculo entre você e a liberdade financeira não é o sistema, não é o governo, não é a economia. É a sua própria relação com o dinheiro. Mude isso e você muda tudo.

Quer ser mais disciplinado? Entenda um pouco melhor por que você adia suas tarefas e transforma pequenas situações em uma imensa bola de neve.

Hacks de produtividade estão te paralisando ao invés de te desenvolver. Descubra por que você está estagnado e ansioso mesmo tentando evoluir.

Quer se desenvolver de verdade mas está se afogando em conteúdos de produtividade que mais te paralisam do que te ajudam? Aqui está o que não te falam sobre desenvolvimento pessoal de verdade.